receba nossas postagens no seu e-mail!

Manual do Advogado

Já ensinei aqui como acontecem as audiências Inicial e Una. Hoje é a vez da Audiência de Instrução, que é aquela em que são produzidas todas as provas orais, exceto em um caso que vou explicar aí embaixo.

Acontece assim:


1) PREGÃO: o início da audiência será anunciado pelo microfone ou pessoalmente. Normalmente é falado o número da Vara, o horário da audiência e o nome das partes.  
Na prática o que você tem que fazer é entrar na sala e se sentar no lugar certo.

 

2) QUALIFICAÇÃO: as partes entregam seus documentos e os dados são registrados em ata. 
Na prática o que você tem que fazer é entregar seu documento junto com o do seu cliente, além dos documentos de representação, se já não estiverem juntados, e aguardar. Se faltou algum documento de representação, peça prazo para a juntada. Isso é muito importante. Não esqueça. Os documentos para a reclamada são os atos constitutivos (um desses: Ata de Assembleia, Certidão da Jucesp, Estatuto, Contrato Social, Alteração Contratual), procuração, substabelecimento e carta de preposição. Para o reclamante precisa da procuração e algumas vezes do substabelecimento (se você não for o titular e não estiver na procuração).

 

3) TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO: nesse momento o juiz pergunta se tem acordo, conversa um pouco com as partes, faz alguns cálculos e tenta chegar em um meio termo. Se tiver acordo, todos os dados são registrados em ata (valor, data e forma de pagamento, eventuais parcelas, multa em caso de descumprimento, etc). Se não tiver acordo, aí acontece o próximo passo. 
Na prática o que você tem que fazer é verificar com o seu cliente se ele pretender fazer um acordo. Em caso positivo, veja o valor máximo que ele pode pagar e tente a melhor negociação (até porque sobre o valor do acordo seu cliente ainda recolherá IR e INSS, de acordo com a matéria). Se estiver pelo reclamante, veja o valor mínimo que ele aceita.

 

4) OITIVA DO RECLAMANTE: normalmente os juízes querem ouvir o reclamante, mas em alguns casos eles perguntam para o advogado da empresa se ele pretende ouvir o autor. Se você for o advogado da empresa e não quiser ouvir o depoimento dele, diga que não pretende. Se quiser, confirme que quer a oitiva do reclamante. Nesse momento o juiz pedirá para o preposto sair da sala e para o reclamante se sentar em uma cadeira diferenciada, que será indicada na hora. Atenção, pois só o juiz e o advogado da reclamada podem fazer perguntas para o reclamante. Reclamante e seu advogado não podem se comunicar
Na prática o que você tem que fazer é: advogado do reclamante tem que aguardar. Advogado da reclamada tem que fazer as perguntas que achar necessárias. Lembrando que o foco é fazer o reclamante confessar alguma coisa. Se ele confessar, peça a aplicação da pena de confissão ao final do depoimento dele.

 

5) OITIVA DA RECLAMADA: normalmente os juízes também querem ouvir a reclamada, mas em alguns casos eles perguntam para o advogado do autor se ele pretende ouvir o preposto. Se você for o advogado do reclamante e não quiser ouvir o depoimento da empresa, diga que não pretende. Se quiser, confirme que quer a oitiva da reclamada. Nesse momento o juiz pedirá para o preposto se sentar em uma cadeira diferenciada, que será indicada na hora. Atenção, pois só o juiz e o advogado do reclamante podem fazer perguntas para o preposto. Preposto e seu advogado não podem se comunicar
Na prática o que você tem que fazer é: advogado da reclamada tem que aguardar. Advogado do reclamante tem que fazer as perguntas que achar necessárias. Lembrando que o foco é fazer a reclamada confessar alguma coisa. Se ela confessar, peça a aplicação da pena de confissão ao final do depoimento dela.

 

6) OITIVA DAS TESTEMUNHAS: se existirem testemunhas, elas serão ouvidas nesse momento. A testemunha será chamada pelo nome e, após entrar na sala, se sentará em uma cadeira diferenciada que será indicada (a mesma que as partes sentaram quando deram seu depoimento). Primeiro são ouvidas as testemunhas do reclamante e depois das da reclamada. Se tiver alguma testemunha que deverá ser ouvida por carta precatória, avise o juiz nesse momento e renove seu pedido no final da audiência. Advogados, partes e testemunhas não podem se comunicar, sendo que todas as perguntas são feita através do juiz. Funciona assim:

TESTEMUNHA DO RECLAMANTE: entra senta juiz faz perguntas que achar necessárias advogado do reclamante faz suas perguntas ao juiz que avaliará e, se concordar, repassará para a testemunha (fazer uma pergunta de cada vez) advogado da reclamada faz suas perguntas ao juiz que avaliará e, se concordar, repassará para a testemunha (também fazer uma pergunta de cada vez).

TESTEMUNHA DA RECLAMADA: entra senta juiz faz perguntas que achar necessárias advogado da reclamada faz suas perguntas ao juiz que avaliará e, se concordar, repassará para a testemunha (fazer uma pergunta de cada vez) advogado do reclamante faz suas perguntas ao juiz que avaliará e, se concordar, repassará para a testemunha (também fazer uma pergunta de cada vez).

Na prática o que você tem que fazer é aguardar a sua vez e perguntar coisas que possam te ajudar a ganhar o processo. Ao final da prova testemunhal, aproveite para renovar os protestos feitos em audiência.

 

7) DETERMINAÇÃO DOS PRÓXIMOS ATOS: normalmente não tem mais nenhum ato para acontecer depois da instrução, mas pode ser que haja necessidade dos autos retornarem ao perito para esclarecimentos, que você tenha pedido a oitiva de testemunhas por carta precatória ou ainda que esteja pendente alguma outra questão peculiar do processo.  
Na prática você tem fazer o seu requerimento. “Exemplo: Excelência, pela ordem. Diante da prova oral produzida o reclamante requer o retorno dos autos ao perito para dizer se ratifica ou retifica o laudo“.
 
8) ÚLTIMA TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO, ENCERRAMENTO DA INSTRUÇÃO, ASSINATURA E DISPENSA: em regra os juízes só confirmam se realmente não tem acordo e finalizam a ata. Poucos insistem novamente na negociação. Após, fica encerrada a instrução, não podendo ser produzidas mais provas. Caso o processo seja eletrônico, após os atos anteriores você já estará dispensado da audiência. Se ainda for físico, você e seu cliente assinarão a ata (reclamante e seu advogado do lado esquerdo | reclamada e seu advogado do lado direito), devolverão ao juiz e também estarão dispensados.  

Na prática o que você tem que fazer é tentar novamente o acordo (se o seu cliente quiser) ou confirmar que não existe possibilidade de conciliação e aguardar. Depois, assine a ata junto com o seu cliente (se for o caso), devolva e saia da sala.

 

ATENÇÃO: 

Já entre na sala de audiência com o RG das testemunhas. Recomendo que você peça para elas levarem a CTPS também.

Converse com as testemunhas fora da sala de audiência para saber os fatos que ela conhece e desconhece, mas nunca peça para ela mentir. Isso além de ser crime, é feio e antiético.

SEMPRE pergunte ao seu cliente se ele entendeu o que aconteceu na audiência e esteja disposto a explicar em detalhes o que ficou determinado, quais serão os próximos passos, datas dos evento

 

ISSO TAMBÉM PODE AJUDAR:

 

Quanto cobrar para fazer uma audiência trabalhista

9 dicas para fazer a sua primeira audiência

Onde sentar em uma audiência trabalhista

O que fazer se você esquecer sua OAB

Como se dirigir ao juiz

Como contraditar uma testemunha

O que fazer se o juiz começar a gritar com você

Como pedir atestado para a testemunha 

 

Ainda tem dúvidas? Deixe um comentário! 😉

Leia também

Deixe seu comentário

174 Comentários

  • Osmar
    06 dezembro, 2018

    Oi Melissa eu esqueci completamente o dia da minha audiência o advogado vez um acordo com a ré com medo de que eu perdece tudo,mas não concordo com o acordo tem como recorrer ou pedir outra audiência?

    • Melissa Santos
      Melissa Santos
      07 dezembro, 2018

      Oi, Osmar!
      Só olhando o processo para saber… De toda forma, se você ia perder tudo, melhor ficar com o acordo mesmo. Confie que o seu advogado fez o melhor para você dentro do que era possível, já que você se esqueceu de ir 😉
      Abraço!

  • Melissa
    25 setembro, 2018

    Olá! Tudo bem?Peço que entre em contato com o seu advogado, porque ele tem todos os detalhes do processo e pode te orientar melhor, ok?Abraço e boa sorte! 😉

  • Melissa
    25 setembro, 2018

    Se o juiz convocar, tem que ir sim 🙁

  • Anônimo
    18 setembro, 2018

    boa tarde coloquei a empresa que eu trabalava no pau , por que eu sai da empresa com dor nas costa , so que passando uns dias eu ja tinha melhorado um pouco e nao achei que teria necessidade de ir ao medido por que estava tomando remedios … e se eu tiver que apresentar algum exame ???

  • Anônimo
    13 setembro, 2018

    Bom dia! Como vai?Após protocolar Acordo entre as partes, será necessário comparecer em audiência de conciliação ainda?Desde já obrigada.

  • Melissa
    03 setembro, 2018

    Oi, tudo bem?Você deve conversar com o seu advogado, porque só com essas informações não é possível saber.Abraço e boa sorte 😉

  • Unknown
    25 agosto, 2018

    Bom dia Melissa tudo bem na minha audiência advogada da empresa pedi para o juiz 5 dias o término da audiência porque que ela pediu por vai ter pericpe.?

  • Melissa
    14 agosto, 2018

    Oi, Sérgio! Tudo bem?Se a empresa tiver mais de 10 empregados, ela é obrigada a juntar os cartões de ponto da trabalhadora.Como a sua cliente não tem testemunhas, nem os tickets do relógio de ponto, então só resta analisar as horas apontadas nos cartões e ver se tem diferença entre as horas trabalhadas e as pagas.Agora, se a sua cliente não marcava as horas extras e você não tem testemunhas, aí não tem como ajudar 🙁

  • Unknown
    14 agosto, 2018

    Olá Melissa,Parabéns pela iniciativa e doação de seu precioso tempo com dicas e detalhes tão importantes para os novatos no ramo trabalhista. Aproveito para consultá-la sobre uma duvida minha, pois também sou novato no ramo.Fui procurado por uma ex funcionária de uma empresa, que trabalhou nos últimos 5 anos, fazia uma jornada normal de horas extras mas que não tem nenhum comprovante dos horários de saída, apesar de fazer sua marcação da hora de saída em equipamento digital. Também não tem nenhuma testemunha que se prontificou a comparecer em audiência por ainda ser funcionária de empresa e ter receio de perder o emprego. Como posso ajudar essa minha possivel cliente que exercia um cargo de analista administrativa, e não tinha nenhuma remuneração de cargo de confiança? Agradeço sua atenção,Sergio Moraes (SP/SP)

  • Melissa
    02 agosto, 2018

    Oi, Bruno! Tudo bem?Você pode tentar sim, mas o deferimento depende do entendimento do juiz… O momento ideal é logo após a oitiva das partes 😉

  • Bruno Pestana
    02 agosto, 2018

    Boa tarde Melissa, Primeiramente agradeço pela disponibilização deste artigo que contém explicações que pode ajudar muitos como eu que está atuando recentemente no direito e principalmente no ramo da justiça laboral.Tu sabes me dizer se seria interessante numa audiência de instrução, onde a reclamada alega a impossibilidade de apresentar imagens da câmera de segurança, onde demonstraria o acidente de trabalho que acometeu o operário, pedir antes da instrução, oralmente a inversão do ônus da prova, com amparo na nova redação do art. 818,§ 1º da CLT? Pois que o único meio de prova a demonstrar o acidente ocorrido, seria por meio das filmagens das câmeras de segurança.Se possível, quando seria o momento “antes de aberta a instrução' que menciona o art. 818, §2º da CLT? Se puder ajudar, ficarei muito agradecido.

  • Melissa
    01 agosto, 2018

    Que demais!!!Fico feliz que deu tudo certo \o/

  • Anônimo
    31 julho, 2018

    Agradeço muito pelos seus conselhos e por todas as orientações no seu blog. Fui à minha primeira audiência na Justiça do Trabalho hoje e graças a Deus correu tudo bem. Grande abraço e sucesso!!

  • Melissa
    30 julho, 2018

    Oi, tudo bem?Dá uma ligadinha na Vara para confirmar… Mais garantido 😉

  • Anônimo
    29 julho, 2018

    Olá! Boa tarde,Estou com uma ação trabalhista, a qual deu entrada na inicial, mas não juntei os documentos, já no dia seguinte quando fui juntar, isso já era no fim do expediente, por volta de cinco e quarenta da tarde, observei que um indeferimento da inicial, mas eu acabei juntando primeiro os documentos no sistema do TRT e após foi que vi o indeferimento da inicial, e a data marcada para a audiência ainda consta no sistema, que seria para daqui duas semanas, não sei como devo proceder neste caso. Sendo assim, eu posso considerar a ação como extinta e posso dar entrada em uma nova ação? Aguardo resposta,Desde já, muito obrigada!Atenciosamente,

  • Melissa
    26 maio, 2018

    Oi, tudo bem?a) A desistência implica em extinção SEM resolução do mérito, ou seja, ele pode entrar de novo. O fato de ter ocultado a diabetes não implica em litigância de má-fé e se você concordar com a desistência, já não há como discutir esse ponto.b) Sob qual argumento você vai pedir esse reembolso? Era empréstimo? Me parece que esses pagamentos foram mera liberalidade e não podem ser reembolsados…Se precisar analisar o caso de forma mais minuciosa, podemos fazer uma Mentoria: http://www.mentoriajuridica.com.brBoa sorte! 😉

  • Anônimo
    22 maio, 2018

    Boa Tarde!Dra. Melissa,Estou com uma dúvida. Estou atuando num processo trabalhista na qual advogo para a Reclamada. Já teve audiência de conciliação e tem audiência de instrução para o final deste mês. O reclamante já está aposentado por invalidez e já recebeu os retroativos. Já juntei os documentos que comprovam que ele já está aposentado no processo trabalhista. Nesse mesmo processo o Reclamante omitiu na inicial que está com diabetes, que amputou o dedo do pé esquerdo em Setembro de 2015 e ficou cego em decorrência da diabete em Novembro de 2015, ainda disse na inicial que retornou ao trabalho. O reclamante não voltou mais ao trabalho desde setembro de 2015. Com isso a reclamada pagou consultas oftalmologica e dava UMA AJUDA DE CUSTO dando um valores variados já que o Reclamante Quando fiz a contestação não pensei em fazer a reconvenção naquele momento. Agora já com audiência de instrução marcada para o final deste mês (MAIO) o reclamante peticionou e requereu a desistência da ação. Pensei em aceitar a desistência da ação e mover uma ação no juizado especial cÍvel contra o reclamante para rever os valores pagos como as consultas oftamologicas e a ajuda de custo. Perguntas:a) O que fazer? Posso logo me manifestar aceitando a desistência da ação e na mesma petição requerer a juíza a extinção do processo com resolução de mérito e juntamente pedindo a aplicação de Litigância de má-fé por parte do Reclamante já que ele omitiu na inicial que estava com diabetes, que amputou o dedo do pé esquerdo, que ficou cego do olho esquerdo, disse na inicial que retornou ao trabalho o que mentira. b) Pensei em aceitar a desistência da ação e mover uma ação no juizado especial cÍvel contra o reclamante para rever os valores pagos como as consultas oftamologicas e a ajuda de custo. Temos os comprovantes das consultas pagas e o comprovante que ela ajudava ele financeiramente. Por favor, peço a sua ajuda. Desde já agradeço.

  • Melissa
    16 abril, 2018

    Oi, Fabio! Tudo bem?Tem que ver o que a notificação ou ata anterior fala 😛

  • fabio rodrigues
    12 abril, 2018

    na AIJ, precisa arrolar testemunhas?

  • Melissa
    07 março, 2018

    Oi, tudo bem?E-mail enviado 😉

  • Melissa
    07 março, 2018

    Oi, tudo bem?Você deve conversar com o seu advogado, porque só com essas informações não é possível saber.Abraço e boa sorte 😉

  • Unknown
    04 março, 2018

    Ja tive duas audiencias.. Agr falta soh audiencia de encerramento, onde nem é obrigatorio minha presença…O que aconteçe agr..Vai sair o dinheiro ou ainda vai ter mais coisas pra demorar mais?

  • Anônimo
    28 fevereiro, 2018

    Melissa, parabéns pelos seus artigos são muito bons e de grande ajuda. Se possível, me encaminhe e-mail com as respostas às dúvidas do colega Kleber.E-mail: andreamoraes_al@hotmail.comDesde já obrigada.Att.Andréa

  • Melissa
    21 fevereiro, 2018

    Oi, tudo bem?Você pode pedir até antes da oitiva das testemunhas.O importante é fazer isso ANTES do encerramento da instrução 😉

  • Anônimo
    19 fevereiro, 2018

    Boa noite, Dra. Melissa:Obrigada por compartilhar as suas experiências. Fiquei com uma dúvida sobre o item 7 (DETERMINAÇÃO DOS PRÓXIMOS ATOS). Depois da oitiva das testemunhas, o magistrado pergunta se as partes tem mais provas a produzir? Ou tenho que apresentar o meu requerimento, logo após a oitivas das testemunhas, usando o pela ordem? Pergunto isso pq o perito ainda não apresentou os seus esclarecimentos antes da realização da audiência de instrução. Assim, entendo que tenho que requerer o retorno dos autos ao perito, para que apresente os esclarecimentos periciais, logo após a oitiva das testemunhas, antes que o juiz encerre a instrução. Desde já agradeço.

  • Melissa
    22 novembro, 2017

    Poxa, vi tarde demais… Que pena! :(Deu tudo certo?

  • Anônimo
    18 novembro, 2017

    Olá, tenho uma audiência inicial terça, sou adv de 1 dos réus e soube que o outro réu não foi citado, pois o Ar nao voltou ao processo.Só que na notificação diz que eu teria que apresentar a contestacão até antes da audiencia, mas nesse caso o que faço?

  • Melissa
    12 novembro, 2017

    Oi, tudo bem?O preposto pode até ser advogado, mas não pode atuar como preposto e advogado ao mesmo tempo em um processo.Assim, se ele comparecer na qualidade de preposto, vai sair normalmente no momento do depoimento da parte contrária, porque ali ele está como parte e não patrono.Abraço 😉

  • Anônimo
    12 novembro, 2017

    No processo Sumaríssimo, se o preposto se apresenta também como advogado, como fica a questão do preposto ter que sair da sala e só permanecer o advogado da reclamada no momento do juiz fazer as perguntas. Grata.

  • Melissa
    11 novembro, 2017

    Oi, tudo bem?Dá para consultar no site, mas as informações são bem técnicas e é muito provável que você ainda fique com dúvidas.Assim, o melhor é conversar com o seu advogado, ok?Boa sorte 😉

  • Anônimo
    11 novembro, 2017

    Há Já tive 2 audiências tem como eu saber o resultado de outra maneira ou so só através do meu advogado

  • Melissa
    09 novembro, 2017

    Oi, tudo bem?Depende de uma série de fatores… Converse com o seu advogado, pois ele poderá esclarecer.Abraço 😉

  • Mah
    08 novembro, 2017

    bom dia, em uma audiência trabalhista, na conciliação ( o processo já está em fase final, visto que já houve pedido de bloqueio de bens no BACEN, é necessário a minha presença ou o meu advogado pode me representar? ( a ação corre em SP, no Fórum trabalhista, desde 2009, mas estou residindo em Fortaleza/CE no momento). Me auxilie por gentileza. Grata.

  • Melissa
    02 outubro, 2017

    Oi, tudo bem?Que bom que gostou do blog :)Na teoria a Consignação não discutirá valores do processo, mas pode ser que o juiz queira “juntar” os processos, pois ambos decorrem da rescisão.Abraço e boa sorte 😉

  • Anônimo
    02 outubro, 2017

    Que maravilha de didática! E quantas pessoas você ajuda tirando as dúvidas, parabéns! Se possível, gostaria de lhe passar minha dúvida: terei uma audiência de Consignação em pagamento, onde sou advogada do trabalhador que foi obrigado a assinar a carta de demissão por ter sido acusado de furto na empresa. Ocorre que também ajuizamos uma ação em decorrência desses fatos. A ação de consignação em pagamento ajuizada pela empresa, discutirá valores do outro processo? Como funciona? Ou será discutido no outro processo os valores?

  • Melissa
    26 setembro, 2017

    Oba! Que bom!Volte sempre 😀

  • Unknown
    24 setembro, 2017

    Adorei este site! Super didático!!!Muito obrigada!!!

  • Melissa
    23 setembro, 2017

    Olá! Tudo bem?Peço que entre em contato com o seu advogado, porque ele tem todos os detalhes do processo e pode te orientar melhor, ok?Abraço e boa sorte! 😉

  • Maurio Nune
    22 setembro, 2017

    boa noite eu coloquei a firma que trabalhava na justisa do trabalha mas nao tenho testemunha ja e 5 audiencia e e a segunda de istrucao

  • Maurio Nune
    22 setembro, 2017

    e se eu nao tiver testemunha na audiensia

  • Melissa
    20 setembro, 2017

    Roselia, tudo bem?Converse com o seu advogado, pois ele é a melhor pessoa para te orientar. Boa sorte 😉

  • Anônimo
    20 setembro, 2017

    Melissa eu entrei com uma ação trabalhista pois meu chefe mi demitiu por eu estar gestante , teve a primeira audiência de conciliação e não se chegou a nenhum Acordo. Teve a segunda audiência onde a juíza disse quê não tinha prova do nascimento da criança e meu advogado tentou colocar na hora como prova a certidão de nascimento do meu filho mais a juíza não aceitou. E em nenhum momento quando dei entrada no processo mi pediram provas da minha gravidez . O que pode acontecer agora estou muito aflita será que por ser mal instruída vou perder essa causa e ainda mi dar por co formada pelas mentiras que ouvi falarem de mim . por favor mi manda um emailr Roselia1992@Hotmail.com

  • Melissa
    13 setembro, 2017

    Oi, tudo bem?Pode acontecer sim por uma série de motivos.Converse com o seu advogado, pois ele poderá esclarecer melhor a questão! 😉

  • Anônimo
    12 setembro, 2017

    Boa Noite Dra MelissaMinha audiência estava marcada para o dia 23/08/2017 quando entramos simplesmente o Juizremarcou para 30/08/2018 isso pode?Audiência trabalista

  • Melissa
    12 setembro, 2017

    Oi, tudo bem?Fale para a testemunha ignorar ameaças e intimidações.Se tiver provas, informe o juízo e faça constar em ata.Abraço e boa sorte 😉

  • Servo
    11 setembro, 2017

    Oi Melissa, boa tarde. O que fazer quando uma testemunha sofre algum tipo de “coaçao” por parte de familiares (por exemplo) minutos antes de entrar para depor? Como deve agir o advogado para alertar as testemunhas para uma eventual situação dessas?

  • Melissa
    23 agosto, 2017

    Oi, Hélio! Tudo bem?Converse com o seu advogado, pois ele poderá esclarecer todas as suas dúvidas!Boa sorte 😉

  • HÉLIO RAMOS
    22 agosto, 2017

    Melissa, Boa noite !Pra começar, excelente seu blog.Sou reclamante e vou pra segunda tentativa de conciliação, sou o cliente, não sou advogado.O que pode acontecer nessa conciliação ?Se tiver acordo, como será ?E se não tiver acordo, o que será feito ?Aguardo,Obrigado,Hélio R.O.

  • Melissa
    14 julho, 2017

    Oi, tudo bem?Não entendi sua dúvida: você é o reclamante e não compareceu ou você é o advogado e o seu cliente não compareceu?

  • Anônimo
    14 julho, 2017

    RECLAMANTE NAÕ COMPARECE A SECRETERIA PARA RECEBER VERBAS. o QUE ELE DEVE FAZER?

  • Melissa
    28 junho, 2017

    Obrigada, Matheus! 😉

  • Matheus
    27 junho, 2017

    O melhor blog sobre advogados da internet parabéns Melissa.

  • Melissa
    22 junho, 2017

    Oi, Fernanda!As perguntas em audiência dependerão de duas coisas: 1) quem é o seu cliente; e 2) resultado do laudo.De toda forma, tem um post aqui no blog falando sobre perguntas para quesitos, que pode servir de norte: https://www.manualdoadvogado.com.br/2017/06/perguntas-quesitos-tecnicos-e-medicos.htmlE se precisar se preparar para uma audiência específica, o programa de Mentoria do blog é especialista nisso: http://www.mentoriajuridica.com.brAbraço e boa sorte! 😉

  • Fernanda Franco
    22 junho, 2017

    Melissa muito boa suas dicas…. Tenho dúvidas sobre as principais perguntas a fazer no caso de perícia de insalubridade.

  • Melissa
    07 junho, 2017

    Marcos Paulo, tudo bem?Só dá para saber vendo o processo… Converse com o seu advogado, pois ele poderá te orientar certinho.Boa sorte! 😉

  • Marcos Paulo
    07 junho, 2017

    Boa tarde.Quando há audiência de instrução, já saí a sentença ou ainda tem que haver outra audiência?

  • Melissa
    28 maio, 2017

    Oi, tudo bem?Pode sim, de acordo com a estratégia montada pelo advogado, conforme falei nessa matéria: https://www.manualdoadvogado.com.br/2017/04/devo-ouvir-reclamante-e-preposto.htmlAbraço!

  • Anônimo
    27 maio, 2017

    Boa dia dra tudo bem? Gostei da sua postagem. Gostaria de saber da empresa dispensar o depoimento do empregado, isso é ponto positivo para causa? Muitíssimo obrigado….

  • Melissa
    23 maio, 2017

    Oi, Amanda! Tudo bem?Recomendo que converse com o seu advogado, pois ele tem todas as informações do processo e poderá te orientar com precisão :)Abraço e boa sorte!

  • Amanda
    23 maio, 2017

    Fui na minha audiência e o advogado da firma que eu trabalhava não foi aí agora remarcaram para o dia 8 de junho e falaram q eu não preciso levar testemunhas Será que eu ganhei a audiência ou vai ter outra??

  • Melissa
    18 maio, 2017

    Oi, Letícia! Tudo bem?Tenho uma postagem que explica direitinho sobre a audiência de precatória na Justiça do Trabalho:- https://www.manualdoadvogado.com.br/2017/03/oitiva-testemunha-precatoria-justica-trabalho.htmlSe precisar de uma ajuda mais específica, também tenho um programa de Mentoria super bacana que pode te ajudar: – https://www.mentoriajuridica.com.br/Abraço e boa sorte! 😉

  • leticia
    18 maio, 2017

    Olá, bom dia Dra.!Sou advogada e estou atuando nesse caso especifico para o Reclamante. O Reclamado arrolou uma testemunha que reside em outro estado. o juiz deferiu no sentido de ouvir a testemunha através de precatório. O juiz do outro estado redesignou a audiência já designada tendo em vista a ausência do Reclamante e de sua advogada. O fato é que o Reclamante não tem condições financeiras de custear uma viagem para o estado da precatória, portanto como devo proceder, Dra.Att. Letícia silva lemes (leticialemesadv@hotmail.com)

  • Melissa
    08 maio, 2017

    Oi, tudo bem?Peço que converse com o seu advogado, pois ele poderá explicar direitinho o motivo dos adiamentos, já que tem conhecimento direto do processo, ok?Abraço e boa sorte! 😉

  • Anônimo
    08 maio, 2017

    Boa tarde Dra. Melissa! Eu não estou entendendo mais nada. Dia 22.03.17 foi marcada a audiência Una, não ouve acordo. Foi marcada uma segunda audiência de instrução que foi hoje 08.05.17, não foi resolvido nada. Marcaram para uma outra data 07.06.17. Gostaria de saber se isso pode acontecer ou estão me enrolando já que a causa é pequena e não estou tendo audiência com juiz, só uma sala de apoio onde os advogados se comunicam com um servidor da justiça. Desde já agradeço pela sua atenção.

  • Melissa
    07 maio, 2017

    Uhuuul!!! É isso aí!!!Te desejo muito sucesso como correspondente 🙂

  • Unknown
    07 maio, 2017

    Melissa, seu blog está me ajudando muito, pois tenho feito audiências trabalhistas como correspondente jurídico, e não tenha nenhuma experiência na área. Com as suas dicas, não estou passando vergonha hehehMuito obrigada. É muito esclarecedor.

  • Melissa
    26 abril, 2017

    Oi, Nai! Tudo bem?Tem alguma coisa estranha aí… Me manda um e-mail com o número do processo para eu tentar ver o que aconteceu! – contato@manualdoadvogado.com.br

  • Nai
    26 abril, 2017

    Boa noite!Minha cliente foi considerada revel pq chegou atrasada, porem o juiz deixou fazer acordo, o acordo foi cumprido, porém o juiz determinou audiência de instrução até mesmo com oitiva de testemunha. Essa audiência é mesmo necessaria?, Sendo q os comprovantes já foram juntados aos autos.. e nessa audiência ele vai julgar o que exatamente? Ele pode ainda julgar o mérito?

  • Melissa
    19 abril, 2017

    Oi, Marcos! Tudo bem?Peço que converse com o seu advogado, pois ele poderá te explicar direitinho sobre o seu caso, ok?Abraço e boa sorte! 😉

  • Marcos Vinicios
    19 abril, 2017

    Bom dia. Em primeiro lugar parabéns excelente matéria e muito didática.Tive uma audiência trabalhista hoje 19/04/17 e a mesma foi fragmentada para setembro 2017, pois a ré só colocou a documentação horas antes do prazo final.As pergunta são:1- Pode-se acrescentar algum documento aos autos, já que foi fracionada a audiência?2- O valor será recalculado no final de tudo (Na hora da sentença, caso não haja recurso)?3- Tem um colega que estava trabalhando comigo no dia que fui agredido, só que ele tá com receio, tem como chama-lo para ser testemunha de forma coercitiva?Abs Marcos Vinicios

  • Melissa
    05 abril, 2017

    Obrigada! 😉

  • Anônimo
    05 abril, 2017

    Parabéns pela inciativa!!!!

  • Melissa
    23 março, 2017

    Oi, tudo bem?Compareça sim e leve testemunhas.Sugiro fortemente que contrate um advogado para lhe auxiliar.Abraço!

  • Anônimo
    22 março, 2017

    Boa noite Dra. Melissa!Fui para audiência inicial una trabalhista no TRT daqui da cidade sem advogado. Esperando para ser chamado fui abordado pela advogada do réu querendo fazer um acordo antes da audiência. Fomos para uma sala chamada de APOIO. Eles me fizeram duas propostas que não foram viáveis. Não aceitei. Como não houve acordo foi marcada uma nova audiência de instrução designada para 08.05.2017 por uma funcionária do TRT que se encontrara na sala de Apoio e a mesma também informou que era facultativo minha presença na nova audiência de instrução. Isso é correto? A audiência inicial não era para ser na presença do juíz e posteriormente uma nova audiência de instrução designada por ele? Trabalhei em regime temporário, fui demitido antecipadamente sem justa causa e gostaria de saber se tenho direito a multa do o art. 479 CLT. Desde já agradeço o obséquio.

  • Melissa
    02 março, 2017

    Sim, o acordo é feito na hora e homologado pelo juiz. A data de pagamento é acordada pelas partes e o recebimento dos honorários deve ser combinado com o cliente! 😉

  • Unknown
    02 março, 2017

    Em audiencia trabalhista o acordo ( resultado ) sai de na hora de imedito ? caso o funcionario ganhe qual o prazo para pagamento ?

  • Melissa
    14 fevereiro, 2017

    Rejane, tudo bem?Peço que consulte o seu advogado, pois ele tem todas as informações do processo e poderá te orientar melhor.Abraço e boa sorte! 😉

  • rejane tirolle
    14 fevereiro, 2017

    Oi Melissa td bem, amanhã tenho a Audiência para as testemunhas serem ouvidas dá ação q movi contra a empresa q trabalhava.Depois dessa audiência qto tempo para receber os meus direitos caso eu ganhe a causa?Obrigada.Rejane.

  • Melissa
    09 fevereiro, 2017

    Oi, Erison! Tudo bem?Não sei como funciona o juizado de pequenas causas, pois só atuo na Trabalhista :(Minha sugestão é que você ligue lá e confirme!Abraço e boa sorte 🙂

  • Erison Lopes
    09 fevereiro, 2017

    Drª. Fui procurado por uma cliente que foi a uma audiência na justiça de pequenas causas e não houve acordo na audiência sendo marcado uma nova para dia 10/03 de instrução e julgamento. pergunto. Devo levar defesa escrita e testemunhas? e se e cliente não tiver testemunhas? Pode haver tentativa de acordo novamente, já que fora feito antes ou já se esgotou a tentativa de acordo?.Obrigado,

  • Melissa
    09 fevereiro, 2017

    Poxa, que pena essa situação! O acordo não pode ser considerado como decisão irrecorrível porque não foi homologado… Ao meu ver não tem muito o que fazer, só aguardar a sentença e abater de eventual condenação o valor que já foi pago 🙁

  • Anônimo
    08 fevereiro, 2017

    Boa noite, doutora! Me deparei com uma situação nova e gostaria dá sua opinião. Foi feito um acordo, porém a juíza deixou para homologar após o cumprimento e constou que caso houvesse inadimplência de alguma parcela seria marcada nova audiência.Na 2 parcela houve atraso de 3 dias e a advogada dá reclamante informou solicitando designação de nova audiência. Já foram pagas 3 parcelas, restando apenas uma e apesar de protestos a juíza irá sentenciar. O que fazer para fazer valer o acordo como decisão irrecorrível?

  • Melissa
    22 dezembro, 2016

    Altamir, acho que vale tentar. Ainda dá tempo de aditar a inicial? Se não der, peticione pedindo a remessa de ofício. Vai que ele defere, né?Boa sorte! 😉

  • Altamir Adriano
    21 dezembro, 2016

    Boa noite, Melissa!O juiz entendeu da forma que você mencionou e pediu para aguardar a sentença, ou seja, só na execução. Alguns advogados estão pedindo a remessa de ofício já na inicial, tendo em vista o bloqueio dos bens. A maioria dos juízes têm deferido.

  • Melissa
    09 dezembro, 2016

    Oi, tudo bem?Você pode fazer isso por escrito ou em audiência… Aí o que vai acontecer dependerá do juiz da Vara. Como ainda não existe condenação, pode ser que ele não queira fazer nada :(E a verdade é que se a matéria é controvertida, realmente não tem muito o que fazer… Eventual condenação deverá seguir a ordem normal de execução: primeiro executa-se a empresa e, não havendo bens, desconsidera a personalidade jurídica e passa-se à execução dos sócios.Espero que dê tudo certo! 😉

  • Anônimo
    08 dezembro, 2016

    Boa tarde!Sabendo-se que os sócios da reclamada sofreram bloqueio judicial de todos os seus bens, colocando em risco o pagamento em caso de condenação das verbas rescisórias pleiteadas na Reclamatória, até quando e qual medida solicitar para que se garanta a preferência do pagamento das verbas pleiteadas, que deverão ser deferidas por sentença? Pode ser por requerimento em audiência? Aproveito para parabenizá-la pela sua nobre iniciativa. Essa multidão de iniciantes que lhe são gratos atraem tudo de bom para você.Muito obrigado!

  • Melissa
    01 dezembro, 2016

    Oi, tudo bem?Pode sim! O acordo pode ser feito até a sentença.Na verdade, mesmo depois as partes podem se conciliar, inclusive durante a execução 🙂

  • Anônimo
    01 dezembro, 2016

    Bom dia melissa. Me tire uma dúvida na minha segunda audiência eu posso fazer o acordo?

  • Melissa
    28 novembro, 2016

    Oi, tudo bem?Vou fazer uma postagem só falando sobre razões finais.Pode deixar! 🙂

  • Anônimo
    28 novembro, 2016

    Melissa, comenta sobre as rezões finais..Muito obrigado..Tem me ajudado demais..

  • Melissa
    14 novembro, 2016

    Fico feliz em ajudar.Boa sorte e espero você voltar para contar o resultado! 😉

  • Denise Maria
    13 novembro, 2016

    Ola, boa tarde Dra. MelissaEstou grato por compartilhar comigo seu conhecimento. Tinha imaginado tal hipótese, mas acredito que a carta de aviso prévio, o estrato do FGTS e a baixa na carteira é o suficiente para o Magistrado deferir a antecipação. A empresa desligou o Reclamado e não pagou nada pra ele, nem as verbas rescisórias. O Reclamante é PNE e está passando por necessidades financeiras, sem trabalhar. Por isso vou tentar. Estou admirado com este seu trabalho, muito bom e esclarecedor, estou aprendendo muito com seu trabalho. Obrigado por disponibilizar do seu tempo para disponibilizar este material de excelente qualidade. Depois te conto como foi.

  • Melissa
    12 novembro, 2016

    Na petição você:1) Explica toda a situação para o juiz;2) Pede a antecipação;3) Reitera os demais termos da inicial.Vou ser sincera: acho que o juiz vai indeferir a antecipação da tutela agora, porque ainda não ouviu a reclamada. Ele não tem como ter certeza dos fatos, nem se é devido o seguro desemprego e o levantamento do FGTS. Provavelmente ele vai pedir para você aguardar até a data da audiência. Se for o caso, não se preocupe porque o seu cliente não terá prejuízo. Como eu disse, independentemente de qualquer ação da empresa, a qualquer tempo o juiz pode fornecer um documento (alvará) para o seu cliente levantar essas verbas! 😉

  • Anônimo
    12 novembro, 2016

    Oi, bom dia Dr. Melissa!!! Parabéns por este excelente trabalho. Sua orientação está me ajudando muito. Se for possível me tira só mais uma dúvida. É preciso repetir todos os outros pedidos da petição protocolada anteriormente nesta nova, ou apenas o pedido da antecipação de tutela?

  • Melissa
    11 novembro, 2016

    Oie, tudo bem? Que legal ter a audiência de estudantes de Direito também! :)Bom, vamos ao seu caso: o que você vai fazer é peticionar explicando toda a situação, reiterando o pedido de antecipação de tutela. Se possível, protocole a petição e já tente despachar com o juiz (ensino aqui o passo a passo: https://www.manualdoadvogado.com.br/2016/11/como-despachar-com-o-juiz.html).De qualquer forma, fique tranquilo porque mesmo que passe o prazo para dar entrada no seguro desemprego, se a qualquer momento o juiz constatar que realmente é devido, ele fará um documento (normalmente a própria cópia da ata) que o reclamante pode levar ao Banco e receber o seguro sem nenhuma complicação ou prejuízo!Boa sorte e depois conta se deu certo! 😉

  • Anônimo
    11 novembro, 2016

    Ola Dra. MelissaSou estudante de Direito e gostaria de tirar uma duvida com você. Protocolei uma petição inicial junto com outros documentos e dentre os pedidos estava um pedido de antecipação de tutela, referente ao FGTS e o seguro desemprego, só que a primeira audiência foi marcada para 2017, data que ultrapassa o limite para o Reclamado dar entrada ao seguro desemprego. E agora o que faço pra ele não perder o prazo? Trata se de um processo jus postulandi que corre no rito ordinário. Se você puder me ajudar ficarei extremamente grato.

  • Melissa
    10 novembro, 2016

    Oi, tudo bem?Essas dúvidas são normais, mas calma que eu vou te ajudar!1. Em relação ao depoimento, funciona assim: Primeiro será ouvido o reclamante. O preposto sai da sala e as demais pessoas ficam na sala de audiências. Depois que acabar o depoimento do reclamante, o preposto entra e é ouvido. 2. Você, como advogada da reclamada, só pode fazer perguntas para o autor. Para o seu preposto não pode! Espere o juiz te dar a palavra. Ele falará algo como “Perguntas, Doutora?” ou “Pois não, doutora.”.3. Quanto aos documentos das testemunhas, você só vai entregar quando for o momento de ouvir a sua testemunha. O juiz vai falar: “quer ouvir quem doutora?”, aí você fala: “Fulano” e entrega o RG dele para o juiz ou para o escrevente.Como você não tem prática, sugiro a leitura desse artigo:https://www.manualdoadvogado.com.br/2015/10/9-dicas-para-fazer-sua-primeira.htmlBoa sorte e depois volta para contar como foi! 😉

  • Anônimo
    10 novembro, 2016

    Dra Melissa, bom dia!Primeiramente, gostaria de parabenizar pela iniciativa, pois é de grande valia para nós advogados em início de carreira, afinal de contas são tantas dúvidas!!!!Bom, farei a minha primeira audiência trabalhista, represento a reclamada e estou muito nervosa, rsrsrs.., pois não sei como se dará os atos no curso da audiência. Uma das dúvidas é a respeito da oitiva de testemunhas, perdoe minha ignorância, mas não sei ao certo como transcorre este momento,Bom, a primeira dúvida que me surge é em relação ao depoimento, as partes e os respectivos advogados permanecem na sala de audiência, ou precisam se retirar? Trata-se de rito sumaríssimo.Como advogada da reclamada, posso fazer perguntas para a reclamante? Quanto aos documentos das testemunhas, eu devo apresentar em qual momento? devo entregar junto com a minha OAB e junto ao documento da reclamada?Eu me formei há muito tempo, e até então, não estava atuando.Que sufoco, Dra Melissa!!!!

  • Melissa
    04 novembro, 2016

    Erison, obrigada pelos elogios!Fico feliz em poder ajudar os colegas que estão começando na carreira!Quanto ao Manual, quem sabe um dia, né? 😉

  • Erison Lopes
    04 novembro, 2016

    Drª. Melissa. Que tranquilidade… Esperamos um manual editado por você para adquirirmos brevemente. Obrigado por todas as orientações disponibilizadas gratuitamente a esse publico iniciante na profissão. Tenho certeza do grande auxilio a todos nós. Muito obrigado e parabéns por dividir conosco suas experiencias, informações e dicas valiosíssimas a nossa carreira juridica em nome de todos. Gratidão.

  • Melissa
    04 novembro, 2016

    Ah, Cláudia! Entendi!Você pode fazer isso no início da audiência, no momento da qualificação. Sugiro que, por garantia, leve documentos comprovando os fatos alegados (cliente idosa e com limitações, tendo dois filhos que moram em outra cidade, sendo um especial).Melhor se prevenir do que ser considerada revel, né? ;)Fica tranquila que vai dar tudo certo! 😉

  • Claudia
    03 novembro, 2016

    Obrigada Melissa! Esqueci de mencionar que minha duvida pairou quanto ao momento da manifestação. Devo pedir a substituição com antecedência nos autos, ou posso requerer na abertura da audiência?

  • Melissa
    03 novembro, 2016

    Oi, Claudia! Tudo bem?Sua cliente pode sim ser representada por outra pessoa da família que tenha conhecimento dos fatos. Dá uma olhada no artigo 843, da CLT, e na Súmula 377, do TST.Só atenção para escolher o preposto, porque o entendimento do TST tem sido no sentido de que:- Não pode ser pessoa estranha à família;- Tem que ter conhecimento dos fatos.Assim, entendo que a melhor solução é o comparecimento do filho que não é especial – se morar em cidade perto, ou de algum outro parente que more mais próximo.Boa sorte na defesa! 😉

  • Claudia
    03 novembro, 2016

    Bom dia Melissa! Atuo pouco na área Trabalhista e peguei uma defesa para ajudar uma vizinha idosa de 89 anos e viuva. A cuidadora da idosa ajuizou ação contra ela. Os dois filhos residem fora da Comarca, sendo um deles, especial. Ela tem saúde debilitada, ate por conta da idade, nao reúne condições de comparecer em juizo, como devo proceder quanto a substituição dela na audiencia de instrução? É possivel?

  • Melissa
    24 outubro, 2016

    Luana, tudo bem?Que bom que essa postagem te ajudou a afastar o pânico de audiências!Quanto à sua dúvida, você protesta durante a oitiva das testemunhas e renova os protestos ao final.Fiz um post bem completinho sobre o tema, que acho que vai te ajudar:https://www.manualdoadvogado.com.br/2016/10/como-protestar-na-justica-do-trabalho.htmlAbraço e boa sorte! 😉

  • Anônimo
    24 outubro, 2016

    Dra. Melissa parabéns pela atitude! Você foi muito transparente, e simples na explicação, sem causar grandes pânicos, na verdade auxiliou a tirar os pânicos. Muito direta e realista, parabéns! Eu fiquei com uma dúvida no sentido de RENOVAR OS PROTESTOS FEITOS EM AUDIÊNCIA NO FINAL DA PROVA TESTEMUNHAL. A dúvida é no momento da oitiva da testemunha da reclamada e do reclamante, podem ser feitos protestos? Ou os protestos só são feitos no final como orientado? Obrigada! Luana.

  • Melissa
    19 outubro, 2016

    Oi, tudo bem?Fique tranquilo, pois vou te ajudar:- Em qual momento o juiz abre para perguntas as testemunhas do reclamante?As testemunhas são ouvidas depois do depoimento do reclamante e da reclamada. Sempre são ouvidas primeiro as testemunhas do reclamante. Você começa fazendo as perguntas e depois a reclamada é quem pergunta.- Posso perguntar as testemunhas sem prazo e número de perguntas?Sim! Não existe limite de perguntas, nem de tempo, desde que as suas perguntas sejam pertinentes. Se você perguntar algo que não seja pertinente, o juiz pode indeferir. Se for o caso, proteste [ https://www.manualdoadvogado.com.br/2016/10/como-protestar-na-justica-do-trabalho.html ]- Se houver contradita tenho que me manifestar na hora de qual forma? Se houver contradita, siga esse passo a passo -> https://www.manualdoadvogado.com.br/2016/08/como-contraditar-uma-testemunha-na.htmlFique tranquilo, pois vai dar tudo certo!Abraço e boa sorte!Depois volta para contar como foi 🙂

  • Anônimo
    18 outubro, 2016

    olá.Parabéns pela didática! Em qual momento o juiz abre para perguntas as testemunhas do reclamante, no caso estou pelo reclamante, posso perguntar as testemunhas sem prazo e número de perguntas, se houver contradita tenho que me manifestar na hora de qual forma? Obrigado e é a primeira instrução por isso tantas dúvidas. Parabéns mais uma vez.

  • Melissa
    12 outubro, 2016

    Olá! Tudo bem?Sugiro consultar o seu advogado, porque ele tem os detalhes do processo e pode te orientar de forma mais acertada.Abraço e boa sorte! 😉

  • Anônimo
    12 outubro, 2016

    Melissa, tenho uma dúvida acredito que possa me ajudar.Estou aguardando uma audiência trabalhista. Trabalhei em uma empresa durante 3 anos e não deram baixa em minha carteira pra poder sacar meu FGTS.A audiência é semana que vem, depois da audiência demora pra ter resultados pra poder receber o dinheiro.Um conhecido meu ja teve a dele a uma semana atrás, ele me disse que está esperando o juiz da a sentença. Demora também?

  • Melissa
    05 outubro, 2016

    Erison, verifica se não foi direto para a caixa de spam! 🙁

  • Erison Lopes
    05 outubro, 2016

    mais uma vez, muito obrigado… Não chegou ainda o material, aguardo. Felicidades!

  • Erison Lopes
    05 outubro, 2016

    Ok, muito obrigado. Deus lhe abençoe sempre e Parabéns!

  • Melissa
    05 outubro, 2016

    Imagina… Já mandei! 😉

  • Melissa
    05 outubro, 2016

    Erison, que bom que você chegou até aqui! :)Quanto às “remissivas” que você ouviu em audiência, se referem às razões finais. Normalmente os juízes perguntam: “razões finais remissivas?” e a parte responde se quer ou se pede prazo.Razões finais remissivas = você apenas se remete à sua inicial ou defesa.Razões finais escritas ou orais = você vai ditar ou protocolar suas últimas alegações.Entendeu? 🙂

  • Erison Lopes
    04 outubro, 2016

    Ah, sim… Seria deselegante pedi a você que me encaminhasse resposta que proporcionou ao colega Kleber Fonseca ao meu e-mail? erison.ito@gmail.com. Muito, muito grato mesmo e Parabéns!

  • Erison Lopes
    04 outubro, 2016

    Ola!Achei essa pagina por acaso na net e AMEI. Adorei suas explicações sobre a audiência trabalhista. Sou recém formado e devo “pegar” meu primeiro caso/processo em alguns dias é uma reclamação trabalhista. Estou aflitíssimo. Parabéns por sua iniciativa e obrigado. Gostaria de saber qual atitude tomar sobre quando o juiz pergunta se há “remissão” o que significa? que atitude tomar como resposta? o que é remissão na audiência, o que “ele” quer saber afinal? Muito Obrigado. Pretendo militar na seara trabalhista, previdenciária e tributaria pois tenho formação em ciências contábeis e me sentiria mais confortável. Pretendo trabalhar com recuperação fiscal de empresas.

  • Melissa
    30 setembro, 2016

    Dr. Carlos, tudo bem?Que ótima ideia!Vou preparar uma postagem só falando sobre protestos e logo publico aqui.Abraço! 🙂

  • Dr. Carlos Gomes
    30 setembro, 2016

    Bom dia,Gostaria que vc falasse sobre “protesto” quando da instrução processual.Grato.

  • Melissa
    30 setembro, 2016

    Oi, tudo bem?Não, não existe tempo mínimo, nem máximo. Você nem precisa fazer perguntas, se não quiser. Se quiser, use o tempo que precisar! 🙂

  • Anônimo
    29 setembro, 2016

    Existe um tempo mínimo para o advogado fazer as perguntas a testemunha do reclamante, durante a audiência?

  • Melissa
    27 setembro, 2016

    Oi, Debora! Tudo bem?Vamos lá:1. Quando há necessidade de prova pericial, os juízes podem optar por: – Fazer toda a prova oral antes da perícia, designar perícia e manifestações e já marcar o julgamento; ou – Deixar para fazer a prova oral depois da perícia. Quando a prova é feita antes, se surgir algum ponto muito importante o juiz pode até reinquirir as partes e as testemunhas, mas isso é difícil de acontecer. Veja, estou na área Trabalhista desde 2002 e nunca presenciei o juiz fazendo isso. Ou seja, na teoria até pode acontecer, mas na prática quase não acontece.2. As partes podem sim pedir prazo para razões finais sempre que quiserem. Peça o prazo depois que o juiz indicar o encerramento da instrução. Diga: “Excelência, pela ordem, o reclamante / a reclamada (depende de quem for o seu cliente) requer prazo para razões finais”. Normalmente eles dão prazo para fazer por escrito, mas fique atenta, porque o juiz pode conceder os 10 minutos previstos no artigo 850 da CLT.Obrigada pela visita! 🙂

  • Debora Sa
    27 setembro, 2016

    Prezada Dra.Tenho algumas dúvidas com relação à instrução no processo do trabalho.1a. Caso haja necessidade de prova pericial, o juízo pode colher novamente o depoimento pessoal das partes. 2a. As partes, caso queiram, podem requerer alegações finais ou fica a critério do juízo?

  • Melissa
    24 setembro, 2016

    Marcelo, mensagem enviada! 🙂

  • marcelo
    24 setembro, 2016

    Bom dia Melissa,Gostaria de receber as respostas que foram solicitadas acima.marcelo-cae@hotmail.comDesde já fico grato.Att.Marcelo

  • Melissa
    22 setembro, 2016

    Oi, tudo bem?Só pode juntar se for documento novo, conforme artigo 435, do CPC:”Art. 435. É lícito às partes, em qualquer tempo, juntar aos autos documentos novos, quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados ou para contrapô-los aos que foram produzidos nos autos.Parágrafo único. Admite-se também a juntada posterior de documentos formados após a petição inicial ou a contestação, bem como dos que se tornaram conhecidos, acessíveis ou disponíveis após esses atos, cabendo à parte que os produzir comprovar o motivo que a impediu de juntá-los anteriormente e incumbindo ao juiz, em qualquer caso, avaliar a conduta da parte de acordo com o art. 5o.”

  • Melissa
    22 setembro, 2016

    Uhuuuu! Que legal que deu tudo certo! <3Obrigada pelo incentivo… Faço com o coração e porque um dia também precisei de ajuda. Fico feliz que deu tudo certo na sua primeira audiência e por voltar para contar sua experiência! 😉

  • Anônimo
    21 setembro, 2016

    O reclamado ainda pode juntar documento na audiência de instrução ???

  • Anônimo
    21 setembro, 2016

    Bom dia Melissa!Como havia dito, era minha primeira audiência trabalhista e estava muito inseguro.Mas voltei para lhe agradecer, segui seus conselhos e saiu tudo ótimo.Atuei pela parte Reclamante, de inicio a Reclamada ofereceu acordo no valor de R$ 5.000,00, não aceitei e lancei uma contra proposta de R$ 40.000,00, eles não aceitaram e propuseram dez mil. Refiz rapidamente os cálculos, aproveitando a deixa do Juíz e prevendo o que seria realmente acatado no meu pedido inicial.Cheguei a um valor razoável para ambas as partes, valor este de R$ 33.000,00, de imediato o juiz se manifestou favorável e começou a induzir a Reclamada ao acordo.Enfim, acordamos no valor de trinta mil, analisando não foi tão ruim assim, pois, no acordo não houve nenhuma dedução como haveria se não fosse celebrado o acordo, e no final, seria em torno deste valor que meu cliente teria direito mesmo.Quero muito lhe agradecer pelas dicas, pessoas como você é que fazem valer a pena e acreditar que ainda podemos contar com uma mão amiga.Desejo à você, tudo de melhor, e se não for pedir muito, continue com esse seu entusiasmo em ajudar as pessoas, por mais simples que seja, sua palavra de alento ajuda, anima e descansa muitos profissionais como eu, profissionais em inicio de carreira. Espero um dia, poder ser essa mão amiga à alguém como você foi para mim.Abraços.

  • Melissa
    19 setembro, 2016

    Oi, tudo bem?Que legal! Sua primeira audiência!Já escrevi aqui um artigo com 9 dicas sobre esse assunto: https://www.manualdoadvogado.com.br/2015/10/9-dicas-para-fazer-sua-primeira.htmlMas o que eu falo para você é: se prepare bem. No dia, relaxe!Muitas vezes o próprio juiz acaba dando uma força quando percebe que o advogado é inexperiente.Leia muito os pedidos da inicial e as alegações da defesa.Separe o que será objeto de prova. Já rascunhe algumas perguntas.Chegue cedo, converse com o seu cliente e testemunhas.Vai dar tudo certo… Você vai ver. Estou aqui torcendo!Volte depois para contar como foi! 🙂

  • Anônimo
    19 setembro, 2016

    Boa tarde Melissa !!!Farei amanhã minha primeira audiência de instrução na justiça do trabalho. Estou ansioso e com muito medo de errar.Li seu artigo, e ajudou muito, mas a sensação de friozinho na espinha não passa, tem alguma dica.Muito Obrigado !!!!!

  • Melissa
    30 agosto, 2016

    Leonardo, e-mail enviado! 🙂

  • leonardo handsome
    30 agosto, 2016

    Bom dia Dra, parabéns pela iniciativa, você não sabe o quanto está me ajudando, poderia me enviar a resposta do questionamento feito pelo Kleber Fonseca por favor?Meu e-mail: oliveira.leonardo@outlook.com.br

  • Melissa
    29 agosto, 2016

    Olá! Tudo bem?Bom, muitas coisas podem acontecer… Tudo depende de como está o seu processo agora… Precisaria de mais detalhes para fazer uma consulta jurídica, acertar valores, etc.Como você já tem advogado constituído, sugiro que veja com ele os próximos passos do seu processo, porque ele pode te orientar com mais precisão.Sucesso e boa sorte! 😉

  • Anônimo
    28 agosto, 2016

    obrigado pelos esclarecimentos! queria tirar uma duvida sobre uma questão minha trabalhista! sou ex gerente administrativo do Bradesco desligado sem justa causa em 11/2015 só que durante o mês de 04/2015 período que eu ainda trabalhava no banco sofri uma ruptura nos ligamentos do tornozelo durante a descida da escada da agencia, ou seja, um acidente de trabalho como não tratei direito tive que retornar as minhas atividades normais mesmo com dores no pé. contudo minha lesao ficou crônica e apos meu desligamento fiz examees que comprovaram essa conicidade no meu tornozelo fazendo com eu me operasse e conseguisse um auxilio doenca acidentário concedido pelo perito do inss coloquei o banco na justica pedindo meu retorno ao trabalho alegando minha estabilidade acidentria de 01 ano acontece que nunca recebi meus direitos/homologacao devido meu exame demissional ter dado inapto! até hoje apos a operacao no meu pé encontro recebendo um beneficio acidentario e na primeira audiencia o banco pediu para o juiz solicitar outro perito onde fiz outra pericia a mando do juiz no qual ficou evidenciado acidente de trabalho realmente. a audiencia de instrucao acontecerá dia 30/08/2016 será se o juiz já sentenciará? pois acabará meu beneficio e ficarei sem nada é de se observar que o banco já teve seu direito de resposta pedindo outra pericia! e aproveito a perguntar tambem que durante o processo foi solicitado uma antecipacao de tutela pelo meu advogdo onde o juiz indeferiu por hora pois durante a solicitacao da antecipacao da tutela ainda eu nao tinha feito a pericia pelo inss devido aquele periodo de greve dos peritos do inss e o mesmo queria ouvir as partes. Na primeira audiencia o juiz disse que nao queria pedir outra pericia pois eu ja havia feito uma pelo inss porem fez valer o direito de resposta do banco. Meu advogado pode pedir que essa antecipacao de tutela seja cumprida agora com relacao asprovas ja juntadas ou ainda demorará pra sentenca sair apos essa audiencia de isntrucao é bom lembrar que o juiz disse que apos a audiencia de instrucao e a observacao do laudo do perito so bastava que os advogados das partes fossem para audiencia de instrucao!

  • Melissa
    22 agosto, 2016

    É verdade… Nessa profissão estamos sempre aprendendo!Obrigada pelo feedback e volte sempre 🙂

  • Anônimo
    21 agosto, 2016

    Todo o conteúdo é claro, conciso e de qualidade – incluindo os links ao final.Mesmo após anos advogando, algumas situações descritas ainda são inéditas.Parabéns e obrigado.

  • Melissa
    02 agosto, 2016

    Olá! O TST se manifestou a esse respeito através da Instrução Normativa nº 39:Art. 11. Não se aplica ao Processo do Trabalho a norma do art. 459 do CPC no que permite a inquirição direta das testemunhas pela parte (CLT, art. 820).Assim, fica mantida a praxe trabalhista 🙂

  • Melissa
    01 agosto, 2016

    Oie :)Na verdade tudo vai depender de como está o processo. Você já teve oportunidade de se manifestar nos autos depois que isso aconteceu? A segunda reclamada já juntou a contestação? Sugiro que você peticione informando o ocorrido e pedindo prazo para fazer a réplica. Se quiser detalhar um pouco melhor os andamentos do processos, me manda e-mail no contato@manualdoadvogado.com.br que eu te ajudo! 😉

  • Anônimo
    01 agosto, 2016

    Boa noite, a segunda reclamada (ente publico) não foi citada, contudo se manifestou no processo após a réplica informando da falta de citação e consequentemente solicitando a nulidade de todos os atos processuais, tendo em vista que em primeira audiência fora solicitado tão somente o pedido de perícia, o juiz determinou a apresentação da contestação e a continuidade do processo sem prejuízo, minha dúvida é sobre o que acontecerá na segunda audiência, já que a réplica apresentada não abrange a contestação da segunda reclamada e não houve citação para apresentar réplica a contestação da segunda reclamada.

  • Melissa
    29 julho, 2016

    Paulo, vamos por partes:* Poderia comentar sobre as impugnações em audiências trabalhistas UNA.{MA} – As impugnações só serão feitas em audiência, caso o juiz não conceda prazo específico para manifestação sobre a defesa.* Primeiro quando a empresa não junta todos os controles; {MA} – “A não apresentação injustificada dos controles de frequência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário.” (Súmula 338, I, do TST).* Segundo quando alguns deles estão sem assinatura do rte; {MA} – O simples fato dos controles de ponto não estarem assinados não os invalida, se neles os horários de trabalho forem variados e houver registro de horas extras.* Terceiro quando os cartões existentes possuem marcações de entrada e saída idênticas; {MA} – “Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir.” (Súmula 338, III, do TST).* Quarto quando o intervalo de refeição dos cartões e diferente do concedido ao rte.{MA} – O artigo 74, §2° da CLT permite a pré assinalação do período de repouso, então se estiver assinalado que ele almoçava das 12h as 13h, mas na verdade ele almoçava das 13h as 14h, não tem problema, porque ele efetivamente usufruía uma hora de refeição. O que você pode impugnar é se os horários eram pré assinalados e ele não gozava o período total de descanso.Numa situação dessas, eu faria a seguinte impugnação: “A empresa não juntou a totalidade dos cartões de ponto, e os que foram juntados possuem marcação britânica. Dessa forma, atraiu para si o ônus da prova, conforme Súm. 338, I e III, do TST. Ademais, os espelhos de ponto claramente não refletem a realidade, já que não estão assinados pelo autor, além de possuírem marcação de intervalo diversa da efetivamente praticada. Dessa forma, ficam impugnados os espelhos de ponto juntados pela reclamada, vez que não refletem a realidade.”Espero que tenha ajudado! 😉

  • PAULO BIANCHI
    29 julho, 2016

    Poderia comentar sobre as impugnações em audiências trabalhistas UNA. Primeiro quando a empresa não junta todos os controles; segundo quando alguns deles estão sem assinatura do rte; terceiro quando os cartões existentes possuem marcações de entrada e saída idênticas; quarto quando o intervalo de refeição dos cartões e diferente do concedido ao rte.

  • Melissa
    28 julho, 2016

    Erika, Que bom que está gostando.Já encaminhei o e-mail! 😉

  • Erika
    27 julho, 2016

    Bom dia Melisa,Adoro suas postagens.poderia me enviar a resposta da pergunta acima… erikafbrasil@gmail.comdesdejá, agradeço.

  • Melissa
    26 julho, 2016

    Karine, obrigada pelos elogios!Já te encaminhei o e-mail 😉

  • Anônimo
    26 julho, 2016

    Melissa, parabéns pela iniciativa. Seus artigos são excelentes e de grande ajuda. Se possível, me encaminhe e-mail com as respostas pertinentes as dúvidas do colega Kleber.E-mail: karinelemos.adv.ce@hotmail.comDesde já agradeço e aguardo retorno.Att.Karine Lemos

  • Melissa
    19 julho, 2016

    😉

  • olhanense
    18 julho, 2016

    Obrigado pela resposta.

  • Melissa
    18 julho, 2016

    Bom dia!Infelizmente é normal sim. O juiz tem que seguir uma agenda e redesigna a audiência para a data mais próxima, independente do motivo do adiamento. Com certeza a agenda de audiências dele já estava cheia, e ele teve que remarcar para o próximo ano.O que você pode fazer é peticionar pedindo a antecipação da audiência, mas não há garantias de que ele conseguirá uma data mais próxima.Sua situação é triste, mas infelizmente é corriqueira :(Boa sorte com a antecipação! 😉

  • olhanense
    18 julho, 2016

    É normal o juiz transferir audiencia de instrução para um ano depois? Visto que a culpa é dele! Devido a muitas audiencias naquele dia. Aguardei um ano para esta audiencia, agora tenho que aguardar mais um ano!Não poderia adiar para uma data mais próxima? Já que a culpa foi do juiz?

  • Melissa
    05 julho, 2016

    Como eu disse aí em cima, normalmente os próprios juízes já indicam o momento da realização da perícia, mas se eles não se manifestarem, fale sobre a perícia logo na primeira audiência, após a entrega da defesa e prazo para réplica.Boa sorte! 😉

  • Anônimo
    04 julho, 2016

    Entendi, mas no caso da audiência ser fracionada, tenho que pedir perícia na audiência de conciliação ou na de instrução após oitiva de testemunha? Te agradeço imensamente !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!…. etc Muito Obrigada!!!!!

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Kleber, vou te responder por e-mail! 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Olá! Tudo bem?Quando a audiência é fracionada, os próprios juízes já indicam o momento da perícia. Alguns preferem antes da prova oral e outros depois. Se eles não falarem nada, faça assim:INICIAL: Peça a perícia após a entrega da defesa (mas aguarde o juiz conceder o prazo para a outra parte fazer a réplica).INSTRUÇÃO: Peça a perícia após o término dos depoimentos (tanto do reclamante como das testemunhas).UNA: Peça a perícia após a entrega da defesa, conforme explicado acima. Se o juiz optar por fazer a prova oral antes, renove seu pedido após o término dos depoimentos.Qualquer dúvida, me escreva de novo! 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Que bacana! Espero que dê tudo certo nas suas audiências.Abraço! 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Oba! Que legal!Boa sorte na Trabalhista também.Abraço 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Obrigada e volte sempre!Abraço 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Que bom que ajudou!Abraço 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    Ewerton, tudo bem? Talvez não tenha pontuado bem na explicação, mas a exceção é a justamente ao final da oitiva das testemunhas, quando há necessidade dos autos retornarem ao perito para esclarecimentos, quando é necessária a oitiva de testemunhas por carta precatória ou ainda quando esteja pendente alguma outra questão peculiar do processo. Abraço 😉

  • Melissa
    30 junho, 2016

    JR Matos, tudo bem?O juiz pode sim aplicar a revelia e pena de confissão ficta, o que não é tão prejudicial aos reclamantes ausentes, já que nesse momento da audiência já foram produzidas todas as provas.Dá uma olhada na Súmula 74 do TST:CONFISSÃO. (atualizada em decorrência do CPC de 2015) – Res. 208/2016, DEJT divulgado em 22, 25 e 26.04.2016I – Aplica-se a confissão à parte que, expressamente intimada com aquela cominação, não comparecer à audiência em prosseguimento, na qual deveria depor. (ex-Súmula nº 74 – RA 69/1978, DJ 26.09.1978)II – A prova pré-constituída nos autos pode ser levada em conta para confronto com a confissão ficta (arts. 442 e 443, do CPC de 2015 – art. 400, I, do CPC de 1973), não implicando cerceamento de defesa o indeferimento de provas posteriores. (ex-OJ nº 184 da SBDI-1 – inserida em 08.11.2000)III- A vedação à produção de prova posterior pela parte confessa somente a ela se aplica, não afetando o exercício, pelo magistrado, do poder/dever de conduzir o processo.Espero ter respondido a sua dúvida.Abraço e boa sorte! 😉

  • Anônimo
    29 junho, 2016

    Melissa e como fica a questão da prova pericial no caso da audiência ser una. Qual o momento de fazer a solicitação de perícia? Antes do depoimento do Requerente, após a oitiva das testemunhas? Após tentativa de acordo? Tem uma ordem a seguir? E no caso da audiência ser fracionada, tem que pedir a pericia na audiência de conciliação ou na de instrução? Obrigada!!!

  • meury
    21 junho, 2016

    Muito bom assim fico mais tranquilo

  • Lívia Nascimento
    17 junho, 2016

    Muito boa a sua explicação. Objetiva, direta e detalhada. Já estou na área há 10 anos, mas tenho pouquíssimo tempo na área trabalhista e na advocacia. Realmente me deu mais segurança! Espero conseguir desempenhar bem meu papel. Muito obrigada!

  • Unknown
    13 junho, 2016

    Parabéns! Ótima iniciativa.

  • Belmiro Araujo
    12 junho, 2016

    Parabéns Melissa! Boa iniciativa. Passo a passo dessa natureza, ajuda muito a quem está dando os primeiros passos na carreira da advocacia.

  • Anônimo
    08 junho, 2016

    Melissa, vc tem uma ótima didática. Parabéns! Tirei a carteira da ordem recentemente e com certeza o que vc postou irá me ajudar muito, porém ainda tenho algumas dúvidas que gostaria que vc tirasse, tais como: após a propositura de uma Reclamação Trabalhista, qual o próximo passo a ser tomado? Teve um advogado que disse que tenho um prazo para impugnar os documentos. Como isso funciona? Na audiência, como posso deixar consignado em ata algo que achei interessante e em que momento devo fazer isso? E como funciona a renovação dos protestos. Ficarei extremamente grato se vc mandar as respostas para o meu g-mais, kfsf.adv@gmail.com. Grato pela atenção e compreensão, Kleber Fonseca.

  • Ewerton Vera
    04 junho, 2016

    não encontrei a exceção da prova oral na audiencia de instrução, qual é?obrigado pela ajuda, Deus lhe abençoe

  • Unknown
    27 maio, 2016

    Gostaria de saber se no NCPC poderá fazer as perguntas as testemunhas diretamente ou deverá perguntar ao juiz para que ele veja se é pertinente e repasse a testemunha? Lima/DF

  • JR Matos
    26 maio, 2016

    Doutora boa tarde,Quando realizada a audiência de encerramento de instrução, sendo mais de um réu, o juiz consta a ausência, porém o advogado não pede revelia da parte ausente, esta precluso ou não cabe pedido de revelia?Grato.

  • Melissa
    23 maio, 2016

    Joseli, espero ajudar um pouco.Não se desespere… Vai dar tudo certo! 😉

  • Melissa
    23 maio, 2016

    Que bom que gostou! 😉

  • Joseli Ramos
    21 maio, 2016

    Parabéns pela iniciativa. Estou perdida, muitas dúvidas com a profissão, mas pessoas com essa atitude acalmam um coração aflito e ansioso. obrigada.

  • Anônimo
    09 maio, 2016

    Excelente artigo! Meus parabéns! 🙂